Uma volta no tempo: Grand Central
Esta semana vou blogar sobre os grandes marcos arquitetônicos de Nova York, atendendo ao pedido de um leitor.
Grand Central Terminal é considerado um dos mais importantes edifícios de Nova York. Duas firmas de arquitetura são responsáveis pelo projeto — Reed & Stern, de Minnesota, e a firma de Warren and Wetmore, de Nova York, que completaram a construção do Grand Central em 1913. A estação tem várias passagens secretas e atualmente poucos têm admissão a esses locais. Muitas histórias interessantes são contadas a respeito desses acessos subterrâneos. Existem vários historiadores que fazem excursões do terminal descrevendo narrativas fascinantes a respeito.
O enorme relógio no centro do balcão de informações na parte central da estação é um dos mais famosos ícones do Grand Central. Já apareceu em muitos filmes e até hoje ainda é cobiçado para a tela. Eu passei por lá no domingo passado e estavam filmando bem em frente dele. Imaginem que o relógio está estimado entre 10 e 20 milhões de dólares – cada um – e como são quatro então o total é de 40 a 80 milhões. Uma boa graninha não?
Em 1954, uma torre de 150m metros, mais alta do que o Chrysler Building, foi proposta que para ser colocada no lugar do Grand Central. Ainda bem que não foi realizado. Novamente em 1968, o terminal estava quase indo a falência, e queriam mais uma vez demolir o edifício. Graças aos esforços de Jacqueline Onassis, o terminal foi mais uma vez salvo por sua diligência.
Em 1998, uma renovação foi feita que durou 12 anos, pois o teto estava complemente escuro e coberto de nicotina da fumaça de cigarros. Do lado do restaurante de Michael Jordan’s Steak House, você pode perceber no teto uma pequena área que está escura pois foi deixado intacto por restauradores para lembrar os visitantes da sujeira que uma vez cobriu a área.




