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	<title>Arte e Arquitetura em NY &#187; Metropolitan Museum of Art</title>
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		<title>Mihrab no MET</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 13:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  Como a maioria da população paulistana, tenho descendência italiana por parte de meu pai. Pelo lado de minha mãe é uma mistura de brasileiros com árabes com uma boa pitada de índios! Esse lado árabe foi sempre mantido nas sombras durante minha infância e até hoje não tenho certeza se meu avô paterno veio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a rel="attachment wp-att-1702" href="http://artearquiteturany.com/mihrab-no-met/mihrab-2"><img class="aligncenter size-full wp-image-1702" title="mihrab" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2012/01/mihrab.jpg" alt="" width="419" height="562" /></a></p>
<p>Como a maioria da população paulistana, tenho descendência italiana por parte de meu pai. Pelo lado de minha mãe é uma mistura de brasileiros com árabes com uma boa pitada de índios! Esse lado árabe foi sempre mantido nas sombras durante minha infância e até hoje não tenho certeza se meu avô paterno veio da Síria, do Líbano ou de outro lugar no Oriente Médio. De qualquer forma, sinto uma atração muito forte a cultura do oriente médio – música, arte, arquitetura.</p>
<p>Para minha surpresa durante uma recente visita ao <a href="http://www.metmuseum.org" target="_blank">Metropolitan Museum of Art</a> (MET) vi uma coleção enorme que foi recentemente aberta de obras árabes intitulada: <em><a href="http://www.metmuseum.org/exhibitions/listings/2011/new-galleries-for-the-art-of-the-arab-lands-turkey-iran-central-asia-and-later-south-asia" target="_blank">New Galleries for the Art of the Arab Lands, Turkey, Iran, Central Asia, and Later South Asia</a> </em>(Novas Galerias para a Arte das Terras Árabes, Turquia, Irã, Ásia Central e Ásia do Sul).</p>
<p>Lindíssima essa exibição – vale à pena dar uma boa conferida nessa nova ala do museu. E uma das peças mais valiosa dessa exposição é um local sagrado onde preces são oferecidas, chamado <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mihrab" target="_blank">Mihrab</a></em>.</p>
<p>Uma breve explicação nessa construção:<em> </em><em>Mihrab</em> é um nicho ornamental na parede de uma mesquita, que marca a direção da Cidade Santa de Meca. É essencial que ela seja feito na direção da cidade sagrada de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meca" target="_blank">Meca</a>, onde Maomé teria recebido a revelação divina, e onde se encontra a Caaba, a construção sagrada do islamismo.</p>
<p><em>Mihrabs</em> variam em tamanho e cor, mas são geralmente em forma de portal e decorados com azulejos e caligrafia para fazê-lo sobressair. Além de marcar a direcão de Meca, o nicho apresenta uma estrutura em formato côncave o que ajuda a amplificar a voz durante a oração.  O <em>Mihrab </em>tradicional é um elemento comum da arquitetura mesquita islâmica em todo o mundo. Em geral essa parede é a mais decorada da mesquita.</p>
<p>Esse <em>Mihrab</em> do MET que veio do Irã foi construído entre 1354 e 1355 e feito dentro dos padrões tradicionais de um elaborado trabalho de mosaico em azulejos com inscrições em árabe.</p>
<p>E agora sobre a caligrafia usada no <em>Mihrab</em>: historicamente, as religiões no ocidente sempre usaram imagens figurativas para revelarem a essência de suas convicções. Dentro da religião mulçumana, esse aspecto figurativo era uma expressão de idolatria e, portanto foi eliminado sendo substituído pela caligrafia, para a transmissão de seus princípios religiosos.  </p>
<p>A caligrafia é um símbolo que representa integração, perfeição e poder. Através da beleza abstrata das linhas, a energia flui entre as letras e palavras.  A caligrafia arábica não é simplesmente uma forma de arte, mas abrange representações divinas levando o fiel a expressão sublime.</p>
<p> Essa exposição será permanente no museu.</p>
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		<title>Os Desenhos de Richard Serra</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jul 2011 17:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Richard Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta primeira retrospectiva de desenhos do artista contemporâneo americano Richard Serra (nascido em 1939) apresenta uma visão global de cerca de quarenta anos de sua atividade em desenho. Através de cerca de cinquenta desenhos, a exposição apresenta a evolução do desenho de Serra desde o início dos anos 1970, quando ele trabalhou principalmente no papel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1561" title="Serra" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2011/06/Serra-300x255.jpg" alt="Serra" width="248" height="163" /></p>
<p>Esta primeira retrospectiva de desenhos do artista contemporâneo americano Richard Serra (nascido em 1939) apresenta uma visão global de cerca de quarenta anos de sua atividade em desenho.</p>
<p>Através de cerca de cinquenta desenhos, a exposição apresenta a evolução do desenho de Serra desde o início dos anos 1970, quando ele trabalhou principalmente no papel com meios mais tradicionais, como tinta, e carvão. Foi somente em meados de 1970 quando ele começou a usar o <em>paintstick</em> preto, um lápis composto de uma mistura de pigmentos, óleo e cera. Desde então Serra vem usando <em>paintstick</em> em suas várias formas, criando obras com muita textura espessa em que superfícies pretas, e muito grandes em escala, enfatizam o seu interesse no processo, peso e gravidade.</p>
<p>Ele traça o desenvolvimento do desenho como uma forma de arte independente mas intrinsicamente ligado à sua prática escultórica. Para Serra o desenho sempre desempenhou um papel crucial na investigação de novos conceitos e novos métodos criativos e um meio de exploração de relações formais e perceptivas entre a arte o espectador e o ambiente onde é colocado.</p>
<p>Black, ou o preto, no entendimento de Serra, não é uma cor, mas sim um material que tem peso e responde às leis da gravidade.</p>
<p>Surpreendentemente, esses desenhos majestosos em sua ampla escala e palpável textura parecem mais os buracos negros que vemos na série de televisão nos programas de Cosmos.  Sua imensidão e quietude nos levam a reflexão de nossa condição humana e posicionamento no espaço. Não só no espaço da sala de exposição do museu, mas numa extensão de mundo.</p>
<p>Inicialmente, minha reação foi de “aqui vem Serra novamente com sua forma redutiva em duas dimensões&#8230; já não basta suas formas simplificadas em três dimensões?” Contrariamente a minha reação inicial, seus desenhos são muito mais belos do que suas esculturas trazendo uma profundidade que toca a alma.</p>
<p>Não perca. Até dia 28 de agosto.</p>
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		<title>Antony Caro no MET</title>
		<link>http://artearquiteturany.com/antony-caro-no-met</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 22:43:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Henry Moore]]></category>
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		<description><![CDATA[O escultor Britânico nascido em 1924 vem fazendo esculturas por mais de sessenta anos. Todos os objetos são feitos de aço e pintados em cores diferentes. São cinco peças com a mais recente feita em 2010 e a mais antiga em 1968. Ele foi aluno do famoso escultor inglês Henry Moore nos anos 1950. Caro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-1556 aligncenter" title="Caro" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2011/06/Caro-300x170.jpg" alt="Caro" width="363" height="227" /></p>
<p>O escultor Britânico nascido em 1924 vem fazendo esculturas por mais de sessenta anos.</p>
<p>Todos os objetos são feitos de aço e pintados em cores diferentes. São cinco peças com a mais recente feita em 2010 e a mais antiga em 1968. Ele foi aluno do famoso escultor inglês Henry Moore nos anos 1950. Caro é considerado um artista muito importante e já foi até nomeado cavaleiro pela rainha Elizabeth em 1987.  </p>
<p>O espaço para suas obras, o telhado do Metropolitan Museum, é um lugar maravilhoso com uma vista estupenda da cidade o que ajuda muito na exibição dessas peças desprovidas de qualquer espírito artístico mais profundo do que a manipulação de formas geométricas.</p>
<p>Até dia 30 de outubro.</p>
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		<title>MET está ainda mais alto com esse casal de gêmeos na cobertura</title>
		<link>http://artearquiteturany.com/met-esta-ainda-mais-alto-com-esse-casal-de-gemeos-na-cobertura</link>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 00:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Convidados pelo Metropolitan Museum of Art para criar uma instalação para sua cobiçada cobertura, os gêmeos Mike e Doug Starn (nascido em Nova Jersey em 1961) apresentam seu novo trabalho, Big Bambú: You Can&#8217;t, You Don&#8217;t, and You Won&#8217;t Stop (Bambú Grande:  Você Não Pode, Você não Faz, e Você não Para). A estrutura monumental [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=so0iYdZohtQ"><img class="aligncenter size-large wp-image-1428" title="bambúMet" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/05/bambúMet1-580x353.jpg" alt="bambúMet" width="580" height="353" /></a></p>
<p>Convidados pelo <a href="http://www.metmuseum.org/" target="_blank">Metropolitan Museum of Art </a>para criar uma instalação para sua cobiçada cobertura, os gêmeos <a href="http://www.nytimes.com/2010/02/12/arts/design/12vogel.html" target="_blank">Mike e Doug Starn</a> (nascido em Nova Jersey em 1961) apresentam seu novo trabalho, <em>Big Bambú: You Can&#8217;t, You Don&#8217;t, and You Won&#8217;t Stop</em> (Bambú Grande:  Você Não Pode, Você não Faz, e Você não Para).</p>
<p>A estrutura monumental de bambu &#8212; medindo 30 metros (100 pés) de comprimento, 15 metros (50 pés) de largura e de altura &#8212; toma a forma da crista de uma onda e ultrapassa ser categorizado como escultura, arquitetura, ou mesmo <em>performance</em>. Os visitantes testemunham a criação continuada e o desenvolvimento dessa instalação. Sua construção continuará até o final de agosto (o verão daqui) e está sendo erguido por uma  equipe de artistas e de alpinistas. Com o <a href="http://www.centralparknyc.org/" target="_blank">Central Park</a> com seu pano de fundo urbano, <em>Bambú Grande</em> sugere a complexidade e energia de um organismo de vida em constante mutação.  </p>
<p><em>Bambú grande</em> é uma crescente e vasta rede variável de 5,000 bambus encaixados e variando de 9 a 12 metros (30 a 40 pés) de comprimento, amarrados com 80 km (50 milhas &#8212; é muita corda!) de corda de nylon. Continuará a ser construído durante toda a duração da exposição. Os artistas e alpinistas estão construindo a porção do lado leste do museu que já está com 15 metros (50 pés). Até o final de agosto, é esperado que o lado oeste da escultura terá aproximadamente 40 pés de altura. Um sistema interno de trilhas está sendo desenvolvido junto com a estrutura, facilitando seu progresso.   </p>
<p>Doug Starn declara: &#8220;A razão que nós tivemos que fazer esa instalação tão grande é para nos fazer sentir pequeno &#8211; ou ao menos nos acordar ao fato de que individualmente não somos tão grandes. Uma vez que estamos conscientes de nossa verdadeira estatura podemos sentir uma parte de algo muito mais vasto que nós jamais poderiamos ter sonhado&#8221;.</p>
<p>O trabalho personificará uma natureza contraditória: está completo, mas é sempre inacabado. Trabalhar na escultura enquanto a exposição está aberta ao público, os artistas e as equipes de alpinistas (seis a vinte que estarão presentes durante fases diferentes do projeto) fornecerão visitantes uma oportunidade rara de experenciar esse trabalho enquanto se desvela.</p>
<p>&#8220;É uma estrutura temporária, mas também é uma escultura—não uma escultura estática, é um organismo do qual nós fazemos parte ajudando a mexer junto,&#8221; disse Mike Starn. &#8220;Construiremos uma vista diagramática de uma onda constantemente em movimento—nosso crescimento e mudança permanece invariável, é constante e inalterado&#8221;.</p>
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		<title>Bronzino finalmente reconhecido</title>
		<link>http://artearquiteturany.com/bronzino-finalmente-reconhecido</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 18:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Architecture]]></category>
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		<category><![CDATA[Agnolo Bronzino]]></category>
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		<category><![CDATA[Maneirismo]]></category>
		<category><![CDATA[Metropolitan Museum of Art]]></category>

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		<description><![CDATA[  São aproximadamente 61 trabalhos nessa primeiríssima exibição dos desenhos de Agnolo Bronzino (1503-1572), o pintor italiano florentino. Os desenhos quase que sem exceção são de uma beleza rara e espetacular qualidade, revelando sem dúvida a virtuosidade técnica de Bronzino. Como os trabalhos estão colocados em ordem cronológica, dá para se ver nitidamente sua evolução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-1272" title="Metropolitan Museum of Art" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/02/met.JPG" alt="Metropolitan Museum of Art" width="520" height="333" /></p>
<p>São aproximadamente 61 trabalhos nessa primeiríssima exibição dos desenhos de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bronzino" target="_blank">Agnolo Bronzino </a>(1503-1572), o pintor italiano florentino.</p>
<p>Os desenhos quase que sem exceção são de uma beleza rara e espetacular qualidade, revelando sem dúvida a virtuosidade técnica de Bronzino. Como os trabalhos estão colocados em ordem cronológica, dá para se ver nitidamente sua evolução artística.  E não só ele era um mestre em sua habilidade como desenhista, mas também um virtuoso em suas composições mostrando uma capacidade de criar arranjos de grande complexidade e sutileza artística. Deu para entender?</p>
<p>Bronzino foi um dos artistas mais importantes do século 16, e uma figura principal entre pintores do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maneirismo" target="_blank">Maneirismo</a> em Florença. Foi pintor, desenhista, professor, e poeta e ficou famoso como artista do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cosimo_I_de'_Medici,_Grand_Duke_of_Tuscany" target="_blank">Duque Cosimo I de&#8217; Medici</a> e sua esposa, a Duquesa Eleonora di Toledo – tudo isso muito bem explicado através da exposição.  </p>
<p><a href="http://www.metmuseum.org/Special/se_event.asp?OccurrenceId=%7B1DD7D106-7608-4F3D-A077-9DC146F5D614%7D" target="_blank"><em>The Drawings of Bronzino</em> </a> (Os desenhos de Bronzino) até dia 18 de abril no <a href="http://www.met.org" target="_blank">Metropolitan Museum of Art </a>(MET).</p>
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		<title>Velásquez Redescoberto</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 07:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Velásquez rediscovered, é o nome da exposição de Velásquez no Metropolitan Museum of Art (MET). Uma sala pequena onde somente alguns quadros do artista estão expostos com uma extensa explicação do processo que levou a grande descoberta do quadro do mestre.    De acordo com o catálogo do museu, inicialmente pensaram que a tela fosse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-1148" title="Velásquez" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2009/12/Velásquez-580x350.jpg" alt="Velásquez" width="580" height="350" /></p>
<p><a href="http://www.metmuseum.org/special/velazquez_rediscovered/more.asp" target="_blank">Velásquez rediscovered</a>, é o nome da exposição de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Diego_Vel%C3%A1zquez" target="_blank">Velásquez</a> no <a href="http://www.metmuseum.org/" target="_blank">Metropolitan Museum of Art</a> (MET). Uma sala pequena onde somente alguns quadros do artista estão expostos com uma extensa explicação do processo que levou a grande descoberta do quadro do mestre.  <a href="http://www.metmuseum.org/special/velazquez_rediscovered/more.asp" target="_blank"></a> </p>
<p>De acordo com o catálogo do museu, inicialmente pensaram que a tela fosse autoria de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Anthony_van_Dyck" target="_blank">Van Dyck</a>, depois da oficina de Velásquez e agora finalmente estão certos de que se trata de um autêntico Velásquez.</p>
<p>A melhor parte é que temos a oportunidade de realmente apreciar esse quadro; de um lado da tela restaurada, tem o famoso escravo descendente de mouros executado pelo artista <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Juan_de_Pareja" target="_blank">Juan de Pareja</a>, (infelizmente não pude tirar foto do quadro) e do outro lado um quadro pintado pela oficina de Velásquez que tenta em vão imitar com grande esforço o que mestre Velásquez fez com tanta facilidade.</p>
<p>Como dizem por aqui, a sensação é <em>refreshing </em>= refrescante de poder ir a um museu enorme como o MET e não se sentir saturada em termos visuais com aquelas exibições ostentosas com tantos trabalhos que saímos de lá meio tontos. Essa mostra é bem mais modesta dando tempo para realmente degustar as telas expostas.</p>
<p>Até dia 7 de fevereiro de 2010.</p>
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		<title>Samurai = &#8220;aquele que serve&#8221;</title>
		<link>http://artearquiteturany.com/samurai</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Art of the Samurai]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma exposição maravilhosa está acontecendo no Metropolitam Museum of Art (MET) chamada Art of the Samurai: Japanese Arms and Armor, 1156–1868.  Essa é a primeira exposição dedicada às artes do samurai, de acordo com o catálogo da exibição. A mostra focaliza nas armaduras e armas da época, como as espadas e alguns equipamentos de arco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1085" title="Art of the Samurai" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2009/11/samurai.JPG" alt="Art of the Samurai" width="248" height="328" /></p>
<p>Uma exposição maravilhosa está acontecendo no <a href="http://www.met.org/" target="_blank">Metropolitam Museum of Art</a> (MET) chamada <a href="http://www.metmuseum.org/special/se_event.asp?OccurrenceId=%7bF8E9ACA7-5B17-471F-9394-D298E7E53159%7d&amp;HomePageLink=special_c2a" target="_blank">Art of the Samurai: Japanese Arms and Armor, 1156–1868</a>. </p>
<p>Essa é a primeira exposição dedicada às artes do samurai, de acordo com o catálogo da exibição. A mostra focaliza nas armaduras e armas da época, como as espadas e alguns equipamentos de arco e flecha, assim como vários equipamentos eqüestres.</p>
<p>Procurei na Wikipédia (que sabe tudo!) sobre o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Samurai" target="_blank">samurai</a>:</p>
<p style="text-align: left;">“Os samurais eram como soldados da aristocracia do Japão entre 1100 e 1867. Com a restauração Meiji a sua era, já em declínio, chegou ao fim. Suas principais características eram a grande disciplina, lealdade e sua grande habilidade com a katana (espada).”</p>
<p>Os objetos são todos por volta de 1156 até 1868, quando a cultura do samurai foi abolida e a maior parte é proveniente de coleções particulares.</p>
<p>Essa exibição é excelente para adultos e crianças também.</p>
<p>Tentei fazer em <em>youtube</em> bem rapidinho mas os guardas vieram atrás de mim dando bronca. Então achei melhor não colocar no blog. Daí fica a imagem acima da entrada.</p>
<p>Até dia 10 de janeiro de 2010.</p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: geneva,arial,sans-serif;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Maelstrom: Turbilhão</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 11:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Metropolitan Museum of Art]]></category>
		<category><![CDATA[Roxy Paine]]></category>
		<category><![CDATA[turbilhão]]></category>

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		<description><![CDATA[Roxy Paine, um artista americano, criou uma escultura de 40 metros de comprimento por 14 metros de altura, feita com 10.000 pedaços de aço inoxidável e que pesa mais de sete toneladas. O nome da peça é Maelstrom (Turbilhão), e está no teto do Metropolitan Museum of Art. Um crítico de arte se referiu a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=VwNuXrYFR78"><img class="aligncenter size-large wp-image-979" title="Roxy Paine" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2009/10/Roxy-Paine-580x349.jpg" alt="Roxy Paine" width="580" height="349" /></a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Roxy_Paine" target="_blank">Roxy Paine</a>, um artista americano, criou uma escultura de 40 metros de comprimento por 14 metros de altura, feita com 10.000 pedaços de aço inoxidável e que pesa mais de sete toneladas. O nome da peça é <em><a href="http://www.metmuseum.org/special/se_event.asp?OccurrenceId=%7B6267CA47-491B-4776-A468-0673F8362B0F%7D" target="_blank">Maelstrom</a> </em>(Turbilhão)<em>,</em> e está no teto do <a href="http://www.metmuseum.org/" target="_blank">Metropolitan Museum of Art</a>. Um crítico de arte se referiu a Paine como o rei de Midas com o toque mágico – só que com aço inoxidável em vez de ouro!</p>
<p><em>Maelstrom</em> (2009) é maior e o mais ambicioso trabalho do artista até hoje. Para essa escultura, Paine disse que baseou-se no sistema de rede dos vasos sanguíneos, e tubos de encanamento industrial. Na realidade, a escultura parece uma árvore que foi derrubada num dia de uma grande tempestade.  Chegando mais perto de <em>Maelstrom</em>, vocè verá que o escultor deixou as juntas soldadas do conjunto inacabadas, o que realça de certo forma a tensão entre o aspecto natural e artificial do mundo em que vivemos &#8212; um toque muito interessante.</p>
<p>A escultura colocada tem como fundo o <a href="http://www.centralparknyc.org/site/PageServer" target="_blank">Central Park</a> e seu cenário arquitetônico, o que faz a instalação interagir com o meio ambiente de uma forma que não consigo imaginá-la em nenhum outro contexto.</p>
<p>O que “salva”, ou melhor, o que ajuda muito essa escultura é sem dúvida a paisagem do parque com os prédios de Nova York. Um final de tarde com o por de sol então, é a pedida certa para ver essa instalação. No dia que estive lá, um gavião ignorando a multidão, pousou num dos troncos da árvore de aço – foi um show total.</p>
<p>Outra coisa – cuidado para não tropeçar e cair no meio dos “galhos.”</p>
<p>Até dia 25 de outubro.</p>
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		<title>Obra prima de Vermeer no MET</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 13:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Architecture]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Frick Collection]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Hudson]]></category>
		<category><![CDATA[Johannes Vermeer]]></category>
		<category><![CDATA[Metropolitan Museum of Art]]></category>

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		<description><![CDATA[http://www.flickr.com/photos/seamlesswhole/ / CC BY-NC-ND 2.0    Uma faladíssima exposição do quadro mais famoso de Johannes Vermeer está no Metropolitan Museum of Art (MET). Vermeer’s Masterpiece: The Milkmaid é o nome da mostra. Dizem ser essa tela a obra prima da curta carreira de Vermeer que morreu aos 43 anos em 1675 na cidade de Delft, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.metmuseum.org/" target="_blank"></a></p>
<div style="text-align: center;"><a rel="cc:attributionURL" href="http://www.flickr.com/photos/seamlesswhole/">http://www.flickr.com/photos/seamlesswhole/</a> / <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/">CC BY-NC-ND 2.0</a></div>
<p style="text-align: center;"> <img class="size-full wp-image-952 aligncenter" title="Vermeer" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2009/10/vermeer.jpg" alt="Vermeer" width="448" height="500" /></p>
<p> Uma faladíssima exposição do quadro mais famoso de <a href="http://www.allposters.com/gallery.asp?aid=999354&amp;apnum=125541&amp;DestType=7&amp;Referrer%20=http://www.ocaiw.com/catalog/index.php?lang=pt&amp;catalog=pitt&amp;author=693" target="_blank">Johannes Vermeer</a> está no <a href="http://www.metmuseum.org/" target="_blank">Metropolitan Museum of Art</a> (MET). <em>Vermeer’s Masterpiece: The Milkmaid </em>é o nome da mostra. Dizem ser essa tela a obra prima da curta carreira de Vermeer que morreu aos 43 anos em 1675 na cidade de Delft, na Holanda. Na realidade, ele só pintou 36 quadros enquanto vivo.</p>
<p>A razão da mostra é para celebrar os 400 anos da chegada do holandês Henry Hudson à ilha de Mannahata em 1609. O MET possui cinco das telas de Vermeer e elas estão presentes nessa exibição.</p>
<p>Quando essa pintura foi feita, em 1657, <em>milkmaids </em>tinham a reputação de serem &#8216;sexualmente disponíveis,&#8217; e o quadro realça essa intenção com vários símbolos. Por exemplo, no rodapé do lado direito num dos azulejos, vê-se claramente o sugestivo desenho de um cupido.      </p>
<p>&#8220;O que temos aqui é uma empregada que é tratada de forma digna e heróica”, diz Walter Liedtke, curador do MET de pinturas européias, que organizou esta mostra, “e essa tela evoca uma domesticidade quieta e obediente.”  </p>
<p>Vermeer não teve uma formação acadêmica e aprendeu a pintar observando as obras dos grandes mestres.  Liedtke define essa obra como &#8220;seu primeiro trabalho maduro&#8221;. A <em>Milkmaid</em> feita em 1657-58, mede somente 45 por 41 cm e mostra as características de luz e sombra que tornou Vermeer tão conhecido. Vermeer tinha um jeito especial de criar uma atmosfera de luz e sombra, e enche esta pintura com o brilho da luz vindo de uma janela (note que o vidro da janela está quebrado). Essa tela revela também a perícia técnica do jovem artista que na época estava apenas com 25 anos de idade.</p>
<p>Suas obras tendem a &#8220;hipnotizar o espectador, independentemente do que eles sabem sobre o assunto&#8221;, diz o curador da mostra. Existe uma relação semi- voyerista entre espectadores e esta jovem mulher, e a composição triangular da figura mostra uma sofisticação artística por parte do pintor.</p>
<p>Visto de um ângulo baixo em toda a sala, como se por um observador oculto, a <em>milkmaid</em> de Vermeer é um trabalho fascinante- uma heroína perdida em um sonho. O avental azul sob sua saia vermelha, o leite brilhante derramando de suas mãos, a luz sutil da janela ao lado dela criando uma atmosfera de sensualidade que de certa forma entra em discordância com a banalidade da cena. Afinal, ela é apenas uma ajudante doméstica preparando a refeição matinal.</p>
<p>Nessa fase de <strong>quanto maior melhor</strong> – é bom ver uma exposição mais modesta, e onde a qualidade foi mais importante do que a quantidade. Como eles dizem por aqui – <em>refreshing </em>(refrescante)! Mas se você quiser ver mais Vermeers vá até o <a href="http://www.frick.org/" target="_blank">Frick Collection</a> pertinho do MET, pois eles têm mais três telas do artista.</p>
<p>Até dia 29 de novembro.</p>
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		<title>Bacon e Afeganistão no MET</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 21:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Architecture]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Museu]]></category>
		<category><![CDATA[Afeganistão]]></category>
		<category><![CDATA[Francis Bacon]]></category>
		<category><![CDATA[Metropolitan Museum of Art]]></category>

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		<description><![CDATA[Francis Bacon é um daqueles artistas que ou você ama ou detesta. Com 130 trabalhos o  Metropolitan Museum of Art celebra o centenário de seu nascimento com a retrospectiva “Francis Bacon: A Centenary Retrospective.“ Por mais de 50 anos, Bacon trabalhou veementemente todos os dias &#8212; e está evidente nessa coleção. Um autodidata, ele expressou o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><a rel="attachment wp-att-341" href="http://artearquiteturaeua.wordpress.com/2009/07/23/afeganistao-e-bacon-no-met/francis-bacon-by-libbyrosof/"><img class="aligncenter size-full wp-image-341" title="Francis Bacon by libbyrosof" src="http://artearquiteturaeua.files.wordpress.com/2009/07/francis-bacon-by-libbyrosof.jpg" alt="Francis Bacon by libbyrosof" width="181" height="240" /></a></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon_(painter)" target="_blank">Francis Bacon</a> é um daqueles artistas que ou você ama ou detesta. Com 130 trabalhos o <span> </span><a href="http://www.metmuseum.org/" target="_blank"><span style="color:blue;">Metropolitan Museum of Art</span></a> celebra o centenário de seu nascimento com a retrospectiva “<span><a href="http://www.metmuseum.org/special/se_event.asp?OccurrenceId=%7b3AF19FEC-F29F-4C13-9544-59FCD426201E%7d&amp;HomePageLink=special_c1b" target="_blank"><span style="color:blue;">Francis Bacon: A Centenary Retrospective</span></a></span>.“</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:14.25pt;text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Por mais de 50 anos, Bacon trabalhou veementemente todos os dias &#8212; e está evidente nessa coleção. Um autodidata, ele expressou o satírico horrorizando seus contemporâneos, em suas obras com seu estilo alucinatório. Suas telas evocam um sentimento violento, ou mesmo opressivo onde o artista parece tentar resolver seus fantasmas internos por meio de suas pinturas. Sem dúvida, não deve ter sido fácil ser homossexual nas décadas de 1950 e 1960, e de certa forma ele mantém o estereótipo do homossexual problemático em relacionamentos repletos de drama e tumulto. <span> </span>Bacon foi fortemente influenciado por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Diego_Vel%C3%A1zquez" target="_blank">Velásquez</a> como em suas pinturas do papa <em>Head VI</em> (1949), e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pablo_Picasso" target="_blank">Picasso</a>,</span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&quot;"> <em>Study for Croaching Nude</em>(1952), obviamente retratos de seus amantes.</span><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;"> Mesmo se você não gostar desse pintor vale a pena dar um pulinho até lá. As pinturas estão muito bem situadas e como sempre tem algo a mais para se ver por lá.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:14.25pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Pois é, enquanto você estiver por lá, veja a exposição do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Afeganist%C3%A3o" target="_blank">Afeganistão</a>. “</span><em><span style="font-size:10pt;font-style:normal;font-family:&quot;"><a href="http://www.metmuseum.org/special/se_event.asp?OccurrenceId=%7BE876B517-DB7F-400A-9810-38DAE7BDB5CA%7D" target="_blank">Afghanistan: Hidden Treasures from the National Museum, Kabul</a>,”</span></em><em><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></em><em><span style="font-size:10pt;font-style:normal;font-family:&quot;">e</span></em><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">stá simplesmente maravilhosa – uma oportunidade única de ver tantas peças preciosas juntas. A maioria dos objetos está sendo visto pela primeira vez nos Estados Unidos e datam de mais de 4000 anos atrás. Esses artefatos pertencem ao Museu Nacional de Afeganistão, Cabul, cujo lema é &#8220;Uma nação permanece viva enquanto sua cultura permanecer viva&#8221;. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:14.25pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Em 1978, quando os arqueólogos desenterraram túmulos nas planícies do Afeganistão, eles descobriram um tesouro extraordinário de mais de 22, 000 peças de ouro que haviam sido selados por mais de 2000 mil anos. Dentro de meses desta descoberta, o país entrou em guerra, e como por milagre depois de vários anos, o Afeganistão surpreendeu o mundo anunciando que os itens inestimáveis tinham sido localizados no cofre presidencial de banco de palácio em Cabul. Tinham sido salvados, junto com outras obras-primas do Museu Nacional, Cabul, e protegido por um grupo de heróis afegãs que ficaram conhecidos como &#8220;os possuidores das chaves.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:14.25pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">Essa exibição tem 228 artefatos extraordinários que atestam à importância da região como um cruzamento importante na antiga via comercial conhecida como a Rota da Seda, que ia desde a Ásia ao Mediterrâneo. <span> </span>A mostra, que começou sua excursão dos EUA na Galeria Nacional da Arte em Washington, DC, explora a importância cultural dos tesouros e ilustra a história de sua descoberta, escavação, e o ato heróico de alguns afegãs.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:14.25pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">E não se esqueça &#8212; o MET é um dos museus que você paga quanto quiser facilitando sua visita.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:14.25pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:&quot;">A exibição do Francis Bacon irá até o dia 16 de setembro e do Afeganistão até dia 20 de setembro.</span></p>
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