MET está ainda mais alto com esse casal de gêmeos na cobertura
Convidados pelo Metropolitan Museum of Art para criar uma instalação para sua cobiçada cobertura, os gêmeos Mike e Doug Starn (nascido em Nova Jersey em 1961) apresentam seu novo trabalho, Big Bambú: You Can’t, You Don’t, and You Won’t Stop (Bambú Grande: Você Não Pode, Você não Faz, e Você não Para).
A estrutura monumental de bambu — medindo 30 metros (100 pés) de comprimento, 15 metros (50 pés) de largura e de altura — toma a forma da crista de uma onda e ultrapassa ser categorizado como escultura, arquitetura, ou mesmo performance. Os visitantes testemunham a criação continuada e o desenvolvimento dessa instalação. Sua construção continuará até o final de agosto (o verão daqui) e está sendo erguido por uma equipe de artistas e de alpinistas. Com o Central Park com seu pano de fundo urbano, Bambú Grande sugere a complexidade e energia de um organismo de vida em constante mutação.
Bambú grande é uma crescente e vasta rede variável de 5,000 bambus encaixados e variando de 9 a 12 metros (30 a 40 pés) de comprimento, amarrados com 80 km (50 milhas — é muita corda!) de corda de nylon. Continuará a ser construído durante toda a duração da exposição. Os artistas e alpinistas estão construindo a porção do lado leste do museu que já está com 15 metros (50 pés). Até o final de agosto, é esperado que o lado oeste da escultura terá aproximadamente 40 pés de altura. Um sistema interno de trilhas está sendo desenvolvido junto com a estrutura, facilitando seu progresso.
Doug Starn declara: “A razão que nós tivemos que fazer esa instalação tão grande é para nos fazer sentir pequeno – ou ao menos nos acordar ao fato de que individualmente não somos tão grandes. Uma vez que estamos conscientes de nossa verdadeira estatura podemos sentir uma parte de algo muito mais vasto que nós jamais poderiamos ter sonhado”.
O trabalho personificará uma natureza contraditória: está completo, mas é sempre inacabado. Trabalhar na escultura enquanto a exposição está aberta ao público, os artistas e as equipes de alpinistas (seis a vinte que estarão presentes durante fases diferentes do projeto) fornecerão visitantes uma oportunidade rara de experenciar esse trabalho enquanto se desvela.
“É uma estrutura temporária, mas também é uma escultura—não uma escultura estática, é um organismo do qual nós fazemos parte ajudando a mexer junto,” disse Mike Starn. “Construiremos uma vista diagramática de uma onda constantemente em movimento—nosso crescimento e mudança permanece invariável, é constante e inalterado”.








