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	<title>Arte e Arquitetura em NY &#187; James Cohan Gallery</title>
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		<title>Tapeçaria no mundo de arte contemporâneo</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 19:27:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Christopher e Suzanne Sharp, o par responsável por essa exibição, contratou 15 artistas contemporâneos para trazer uma nova perspectiva nessa arte esquecida: a tapeçaria. E dentro desses 15 artistas muito famosos como Kara Walker, Fred Tomaselli e Peter Blake têm nossa brasileiríssima, Beatriz Milhares. Sempre gostei muito de tapeçaria medieval e não estava muito animada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=vWRH1MMKOe8"><img class="aligncenter size-large wp-image-1258" title="Demons, Yarns and Tales" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/02/Demons-Yarns-and-Tales1-580x351.jpg" alt="Demons, Yarns and Tales" width="580" height="351" /></a></p>
<p>Christopher e Suzanne Sharp, o par responsável por essa exibição, contratou 15 artistas contemporâneos para trazer uma nova perspectiva nessa arte esquecida: a tapeçaria. E dentro desses 15 artistas muito famosos como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kara_Walker" target="_blank">Kara Walker</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fred_Tomaselli" target="_blank">Fred Tomaselli </a>e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peter_Blake_(artist)" target="_blank">Peter Blake</a> têm nossa brasileiríssima, <a href="http://www.artnet.com/artist/11800/beatriz-milhazes.html" target="_blank">Beatriz Milhares</a>.</p>
<p>Sempre gostei muito de tapeçaria medieval e não estava muito animada quando fui ver essa mostra. Fui mais para dar uma olhada no trabalho de Beatriz e fiquei surpresa em como a tradução do trabalho artístico nessa forma ficou muito bonito.</p>
<p>A tapeçaria na idade medieval era um símbolo de prestígio e a realeza viajava ao redor do país com seus tapetes e os penduravam onde estivessem. Era também uma forma de aquecer os enormes salões geladíssimos no inverno.  </p>
<p>Christopher e Suzanne acharam artesões na China que estavam dispostos a dedicar seu tempo inteiramente nesse projeto, que levou mais de três anos para completar. Foram feitos todos a mão revelando a grande aptidão manual de seus artesões. Os temas são bastante variados – floral como o de Beatriz, ou o tema político característico do trabalho de Kara. (Se quiser saber mais sobre Kara dê uma olhada no meu blog de 08/10/09)</p>
<p>A exposição chamada <em>Demons, Yarns &amp; Tales: Tapestries by Contemporary Artists</em> (Demônios, Fios e Contos: Tapeçarias por Artistas Contemporâneos) está na <a href="http://www.jamescohan.com/" target="_blank">James Cohan Gallery</a> em Chelsea até dia 13 de fevereiro.</p>
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		<title>Bill Viola: Corpos de Luz</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 13:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Bill Viola]]></category>
		<category><![CDATA[Chelsea galleries]]></category>
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		<description><![CDATA[Numa rápida visita ao Chelsea outro dia, vi os vídeos de Bill Viola: Bodies of Light, na James Cohan Gallery. Eu creio que Bill seja um dos primeiros artistas a trabalhar com vídeo desde o começo de 1970. O tema que ele abrange é sempre relacionado a aspectos emocionais em geral com temas vinculados a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1051" title="Bill Viola" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2009/10/BillViola.jpg" alt="Bill Viola" width="375" height="500" /></p>
<p>Numa rápida visita ao Chelsea outro dia, vi os vídeos de <a href="http://www.billviola.com/" target="_blank">Bill Viola: Bodies of Light</a>, na <a href="http://www.jamescohan.com/" target="_blank">James Cohan Gallery</a>.</p>
<p>Eu creio que Bill seja um dos primeiros artistas a trabalhar com vídeo desde o começo de 1970. O tema que ele abrange é sempre relacionado a aspectos emocionais em geral com temas vinculados a um profundo questionamento sobre o significado da vida.</p>
<p>O vídeo mais significativo da mostra para mim foi um onde um casal passa lentamente por um jato de água se aproximando do observador e daí dá a volta e caminham no sentido oposto nos dando as costas. Bill disse numa entrevista que está procurando a revelação daqueles momentos onde passamos por transformações incríveis do Eu maior, e uma “nova luz nos acorda.” Essa é sua intenção nesse vídeo – o casal passa pelo limiar do jato de água para depois voltar – onde a vida e a morte se entremeiam. Seu trabalho revela essa tênue linha entre o finito e o infinito num vai e vem sem fim.</p>
<p>Gostei muito &#8211; não percam!</p>
<p>Até dia 19 de dezembro.</p>
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