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	<title>Arte e Arquitetura em NY &#187; Frick Collection</title>
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		<title>Música no Frick</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 07:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Beaux-Arts]]></category>
		<category><![CDATA[Frick Collection]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Argila Frick]]></category>
		<category><![CDATA[Royal Academy of Music]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas Hastings]]></category>

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		<description><![CDATA[O Frick Collection, na 5ª. avenida na frente do Central Park é um de meus museus favoritos. Interessante que ainda não te contei nada sobre esse preferido. As fotos acima – o pátio interno e a fachada de entrada. O Frick foi a residência do magnata de aço Henry Argila Frick, e projetado por Thomas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1225  aligncenter" title="Frick Collection" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/01/frick.jpg" alt="Frick Collection" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1236 aligncenter" title="Frick Collection" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/01/Frick-Collection1.gif" alt="Frick Collection" width="500" height="333" /></p>
<p>O <a href="http://www.frick.org/" target="_blank">Frick Collection</a>, na 5ª. avenida na frente do Central Park é um de meus museus favoritos. Interessante que ainda não te contei nada sobre esse preferido. As fotos acima – o pátio interno e a fachada de entrada.</p>
<p>O Frick foi a residência do magnata de aço Henry Argila Frick, e projetado por <a href="http://www.infoplease.com/ce6/people/A0822931.html" target="_blank">Thomas Hastings</a> (o mesmo arquiteto que fez a biblioteca de Nova York na rua 42) e construído entre 1913-1914. Após a morte da esposa de Henry Frick em 1931, a casa passou sob várias reformas feitas pelo arquiteto <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_Russell_Pope" target="_blank">John Russel Pope</a>. A mansão foi desenhada no estilo <a href="Beaux-Arts " target="_blank">Beaux-Arts </a>típico da época.</p>
<p>O Frick é um museu de arte pequeno, mas contém uma coleção de alta qualidade de pinturas e um mobiliário fenomenal. Os ambientes são usados como galerias dentro da mansão residencial anteriormente ocupada. As pinturas em muitas galerias ainda são organizadas de acordo com o projeto original de Henry Frick. Ainda dá para se sentir a presença dos antigos donos circulando pelas galerias.</p>
<p>O acervo que o Frick contém é fabuloso, e revela à grande sensibilidade de seu dono que comprou quase todas as peças em exibição.</p>
<p>O mais incrível desse museu é sua sala de música. Uma sala oval com excelente acústica e onde durante determinada época do ano, traz excelentes músicos do mundo inteiro. Domingo passado tive a oportunidade de ouvir o pianista russo, <a href="http://www.hayroudinoff.co.uk/" target="_blank">Rustem Hayroudinoff,</a> que atualmente dá aulas de piano na renomada <a href="http://www.ram.ac.uk/Pages/default.aspx" target="_blank">Royal Academy of Music </a>em Londres.</p>
<p>Os concertos desse ano estão marcados para os dias:</p>
<p>07 de fevereiro:<br />
<a href="http://www.frick.org/calendar/index.htm?trumbaEmbed=view%3Devent%26eventid%3D84719502">Florian Boesch<em><br />
</em>Roger Vignoles</a></p>
<p>21 de fevereiro:<br />
<a href="http://www.frick.org/calendar/index.htm?trumbaEmbed=view%3Devent%26eventid%3D84719556&amp;eventid=84719556">Tapestry</a></p>
<p>07 de março:<br />
<a href="http://www.frick.org/calendar/index.htm?trumbaEmbed=view%3Devent%26eventid%3D84719585">Jean-Guihen Queyras<em><br />
</em>Alexandre Tharaud</a></p>
<p>28 de março:<br />
<a href="http://www.frick.org/calendar/index.htm?trumbaEmbed=view%3Devent%26eventid%3D84719583">Voces Intimae</a></p>
<p>11 de abril:<br />
<a href="http://www.frick.org/calendar/index.htm?trumbaEmbed=view%3Devent%26eventid%3D84719798&amp;eventid=84710164&amp;eventid=84719159">Henschel Quartet</a></p>
<p>Todos os concertos começam às 17 horas e reservas com pelo menos duas semanas de antecedência é altamente recomendável.</p>
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		<title>Obra prima de Vermeer no MET</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 13:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Architecture]]></category>
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		<category><![CDATA[Frick Collection]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Hudson]]></category>
		<category><![CDATA[Johannes Vermeer]]></category>
		<category><![CDATA[Metropolitan Museum of Art]]></category>

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		<description><![CDATA[http://www.flickr.com/photos/seamlesswhole/ / CC BY-NC-ND 2.0    Uma faladíssima exposição do quadro mais famoso de Johannes Vermeer está no Metropolitan Museum of Art (MET). Vermeer’s Masterpiece: The Milkmaid é o nome da mostra. Dizem ser essa tela a obra prima da curta carreira de Vermeer que morreu aos 43 anos em 1675 na cidade de Delft, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.metmuseum.org/" target="_blank"></a></p>
<div style="text-align: center;"><a rel="cc:attributionURL" href="http://www.flickr.com/photos/seamlesswhole/">http://www.flickr.com/photos/seamlesswhole/</a> / <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/">CC BY-NC-ND 2.0</a></div>
<p style="text-align: center;"> <img class="size-full wp-image-952 aligncenter" title="Vermeer" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2009/10/vermeer.jpg" alt="Vermeer" width="448" height="500" /></p>
<p> Uma faladíssima exposição do quadro mais famoso de <a href="http://www.allposters.com/gallery.asp?aid=999354&amp;apnum=125541&amp;DestType=7&amp;Referrer%20=http://www.ocaiw.com/catalog/index.php?lang=pt&amp;catalog=pitt&amp;author=693" target="_blank">Johannes Vermeer</a> está no <a href="http://www.metmuseum.org/" target="_blank">Metropolitan Museum of Art</a> (MET). <em>Vermeer’s Masterpiece: The Milkmaid </em>é o nome da mostra. Dizem ser essa tela a obra prima da curta carreira de Vermeer que morreu aos 43 anos em 1675 na cidade de Delft, na Holanda. Na realidade, ele só pintou 36 quadros enquanto vivo.</p>
<p>A razão da mostra é para celebrar os 400 anos da chegada do holandês Henry Hudson à ilha de Mannahata em 1609. O MET possui cinco das telas de Vermeer e elas estão presentes nessa exibição.</p>
<p>Quando essa pintura foi feita, em 1657, <em>milkmaids </em>tinham a reputação de serem &#8216;sexualmente disponíveis,&#8217; e o quadro realça essa intenção com vários símbolos. Por exemplo, no rodapé do lado direito num dos azulejos, vê-se claramente o sugestivo desenho de um cupido.      </p>
<p>&#8220;O que temos aqui é uma empregada que é tratada de forma digna e heróica”, diz Walter Liedtke, curador do MET de pinturas européias, que organizou esta mostra, “e essa tela evoca uma domesticidade quieta e obediente.”  </p>
<p>Vermeer não teve uma formação acadêmica e aprendeu a pintar observando as obras dos grandes mestres.  Liedtke define essa obra como &#8220;seu primeiro trabalho maduro&#8221;. A <em>Milkmaid</em> feita em 1657-58, mede somente 45 por 41 cm e mostra as características de luz e sombra que tornou Vermeer tão conhecido. Vermeer tinha um jeito especial de criar uma atmosfera de luz e sombra, e enche esta pintura com o brilho da luz vindo de uma janela (note que o vidro da janela está quebrado). Essa tela revela também a perícia técnica do jovem artista que na época estava apenas com 25 anos de idade.</p>
<p>Suas obras tendem a &#8220;hipnotizar o espectador, independentemente do que eles sabem sobre o assunto&#8221;, diz o curador da mostra. Existe uma relação semi- voyerista entre espectadores e esta jovem mulher, e a composição triangular da figura mostra uma sofisticação artística por parte do pintor.</p>
<p>Visto de um ângulo baixo em toda a sala, como se por um observador oculto, a <em>milkmaid</em> de Vermeer é um trabalho fascinante- uma heroína perdida em um sonho. O avental azul sob sua saia vermelha, o leite brilhante derramando de suas mãos, a luz sutil da janela ao lado dela criando uma atmosfera de sensualidade que de certa forma entra em discordância com a banalidade da cena. Afinal, ela é apenas uma ajudante doméstica preparando a refeição matinal.</p>
<p>Nessa fase de <strong>quanto maior melhor</strong> – é bom ver uma exposição mais modesta, e onde a qualidade foi mais importante do que a quantidade. Como eles dizem por aqui – <em>refreshing </em>(refrescante)! Mas se você quiser ver mais Vermeers vá até o <a href="http://www.frick.org/" target="_blank">Frick Collection</a> pertinho do MET, pois eles têm mais três telas do artista.</p>
<p>Até dia 29 de novembro.</p>
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