Música no Frick


O Frick Collection, na 5ª. avenida na frente do Central Park é um de meus museus favoritos. Interessante que ainda não te contei nada sobre esse preferido. As fotos acima – o pátio interno e a fachada de entrada.
O Frick foi a residência do magnata de aço Henry Argila Frick, e projetado por Thomas Hastings (o mesmo arquiteto que fez a biblioteca de Nova York na rua 42) e construído entre 1913-1914. Após a morte da esposa de Henry Frick em 1931, a casa passou sob várias reformas feitas pelo arquiteto John Russel Pope. A mansão foi desenhada no estilo Beaux-Arts típico da época.
O Frick é um museu de arte pequeno, mas contém uma coleção de alta qualidade de pinturas e um mobiliário fenomenal. Os ambientes são usados como galerias dentro da mansão residencial anteriormente ocupada. As pinturas em muitas galerias ainda são organizadas de acordo com o projeto original de Henry Frick. Ainda dá para se sentir a presença dos antigos donos circulando pelas galerias.
O acervo que o Frick contém é fabuloso, e revela à grande sensibilidade de seu dono que comprou quase todas as peças em exibição.
O mais incrível desse museu é sua sala de música. Uma sala oval com excelente acústica e onde durante determinada época do ano, traz excelentes músicos do mundo inteiro. Domingo passado tive a oportunidade de ouvir o pianista russo, Rustem Hayroudinoff, que atualmente dá aulas de piano na renomada Royal Academy of Music em Londres.
Os concertos desse ano estão marcados para os dias:
07 de fevereiro:
Florian Boesch
Roger Vignoles
21 de fevereiro:
Tapestry
07 de março:
Jean-Guihen Queyras
Alexandre Tharaud
28 de março:
Voces Intimae
11 de abril:
Henschel Quartet
Todos os concertos começam às 17 horas e reservas com pelo menos duas semanas de antecedência é altamente recomendável.





