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	<title>Arte e Arquitetura em NY</title>
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		<title>Guggeinheim está fazendo cinquenta anos</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 08:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Para celebrar seu cinqüentão a curadora de arquitetura, Nancy Spector, decidiu esvaziar o museu. É isso mesmo &#8212; o Guggenheim está totalmente desocupado.  O grande vão central da rotunda rodeado pela rampa, um espaço que foi sempre tão cobiçado por muitos artistas para apresentarem grandes instalações, está esquisitamente vazio.
Para o 50º. aniversário o  museu convidou mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-1307" title="Guggenheim void" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/03/Guggenheim-void-580x433.jpg" alt="Guggenheim void" width="580" height="433" /></p>
<p>Para celebrar seu cinqüentão a curadora de arquitetura, Nancy Spector, decidiu esvaziar o museu. É isso mesmo &#8212; o Guggenheim está totalmente desocupado.  O grande vão central da rotunda rodeado pela rampa, um espaço que foi sempre tão cobiçado por muitos artistas para apresentarem grandes instalações, está esquisitamente vazio.</p>
<p>Para o 50º. aniversário o  museu convidou mais de 200 arquitetos e artistas do mundo inteiro para apresentarem uma proposta para usarem sua fantasia e imaginar um projeto para o museu nesse vácuo. Daí  o titulo da exposição – <em>Contemplating the Void</em> ( Contemplando o Vazio).</p>
<p>O Brasil está representado pelos irmãos Fernando e Humberto Campana com uma colagem interessante e meio estranha. Colocaram umas configurações sem forma explicita no meio do vazio do museu. Como sempre algumas propostas são melhores do que outra como a do Group8 de Genebra que fizeram o negativo da forma vazia em chocolate e o chamaram de <em>Tasting the Void</em> (Experimentando o Vazio).</p>
<p>A exibição se encerra no dia 28 de abril.</p>
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		<title>Esnesto Neto: brasileiríssimo no MoMA</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 12:49:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Em geral sempre tem muita coisa boa para se ver no MoMA, mas são raras as oportunidades de termos um brasileiro mostrando seu trabalho nesse espaço tão cobiçado. Pois agora temos o carioca Ernesto Neto com uma de suas instalações de formas orgânicas com especiarias aromáticas despertando nossos sentidos.
Ernesto desde o final da década de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1301" title="Ernesto Neto:Navedenga" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/02/Navedenga.JPG" alt="Ernesto Neto:Navedenga" width="485" height="642" /></p>
<p>Em geral sempre tem muita coisa boa para se ver no <a href="http://moma.org/" target="_blank">MoMA</a>, mas são raras as oportunidades de termos um brasileiro mostrando seu trabalho nesse espaço tão cobiçado. Pois agora temos o carioca <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ernesto_Neto" target="_blank">Ernesto Neto</a> com uma de suas instalações de formas orgânicas com especiarias aromáticas despertando nossos sentidos.</p>
<p>Ernesto desde o final da década de 90 procura em seu trabalho fazer a referência entre o corpo humano e espaços arquitetônicos criando peças de tecido transparente e flexível com estruturas que podem ser penetradas pelo público, como é o caso de <em><a href="http://www.moma.org/visit/calendar/exhibitions/1032" target="_blank">Navedenga</a></em>. O nome dessa composição se refere às naves que empregavam as notórias viagens em busca de especiarias, e na qual há também explícita referência ao corpo humano.</p>
<p>A peça tem um forte caráter sensual reforçando a característica imagem com a qual a maioria dos americanos nos reconhecem.</p>
<p>A instalação terminará no dia 5 de abril.</p>
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		<title>Tata Nano: o menor carro do mundo!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 07:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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Até dia 25 de abril você poderá ver o menor carro do mundo no Cooper Hewitt, National Design Museum (veja blog de 11/08/2009) E não é de brinquedo – um carrinho de verdade! E dizem que cabem cinco pessoas no Tata Nano. Na foto acima para se ter uma idéia do tamanho dele &#8212; 3 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Kqo0ANYwMII"><img class="aligncenter size-large wp-image-1291" title="Tata Nano" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/02/Tata-Nano-580x348.jpg" alt="Tata Nano" width="580" height="348" /></a></p>
<p>Até dia 25 de abril você poderá ver o menor carro do mundo no <a href="http://www.cooperhewitt.org/EXHIBITIONS/index.asp" target="_blank">Cooper Hewitt, National Design Museum</a> (veja blog de 11/08/2009) E não é de brinquedo – um carrinho de verdade! E dizem que cabem cinco pessoas no Tata Nano. Na foto acima para se ter uma idéia do tamanho dele &#8212; 3 metros de comprimento por 1,5 metro de largura. Foi feito na Índia e custa somente $2.500 dólares, ou por volta de R$ 5.000. Incrível, não?</p>
<p>Além do carrinho também poderá ver uma exibição de design americano bem interessante e o Central Park cheio de neve do outro lado da rua do museu. Gelado, mas bonito! Olhe o detalhe do corredor de calção naquele frio horrível. </p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=jhgkk2fKE90"><img class="aligncenter size-large wp-image-1295" title="Central Park no inverno" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/02/Central-Park-winter-580x349.jpg" alt="Central Park no inverno" width="580" height="349" /></a></p>
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		<title>Coração de gelo no Times Square</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 17:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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Se vc. estiver por aqui não perca o lindo coração no Times Square. Não ficará por lá por muito tempo, pois assim que o tempo esquentar um pouquinho vai virar poça d&#8217;água.
Para celebrar o Valentine&#8217;s Day que foi ontem dia 14, os arquitetos Robert and Granger Moorhead projetaram esse enorme coração feito de bloco de gelo no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=qPqrVVCZId4"><img class="aligncenter size-large wp-image-1286" title="Times Square heart" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/02/Times-Square-heart-580x346.jpg" alt="Times Square heart" width="580" height="346" /></a></p>
<p>Se vc. estiver por aqui não perca o lindo coração no Times Square. Não ficará por lá por muito tempo, pois assim que o tempo esquentar um pouquinho vai virar poça d&#8217;água.</p>
<p>Para celebrar o Valentine&#8217;s Day que foi ontem dia 14, os arquitetos <a href="http://www.moorheadandmoorhead.com/" target="_blank">Robert and Granger Moorhead</a> projetaram esse enorme coração feito de bloco de gelo no centro do Times Square.</p>
<p>No final do dia quando começa a escurecer, com o efeito das iluminação de fundo do local refletido no gelo, a escultura fica ainda mais bonita.</p>
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		<title>Bronzino finalmente reconhecido</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 18:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
São aproximadamente 61 trabalhos nessa primeiríssima exibição dos desenhos de Agnolo Bronzino (1503-1572), o pintor italiano florentino.
Os desenhos quase que sem exceção são de uma beleza rara e espetacular qualidade, revelando sem dúvida a virtuosidade técnica de Bronzino. Como os trabalhos estão colocados em ordem cronológica, dá para se ver nitidamente sua evolução artística.  E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-1272" title="Metropolitan Museum of Art" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/02/met.JPG" alt="Metropolitan Museum of Art" width="520" height="333" /></p>
<p>São aproximadamente 61 trabalhos nessa primeiríssima exibição dos desenhos de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bronzino" target="_blank">Agnolo Bronzino </a>(1503-1572), o pintor italiano florentino.</p>
<p>Os desenhos quase que sem exceção são de uma beleza rara e espetacular qualidade, revelando sem dúvida a virtuosidade técnica de Bronzino. Como os trabalhos estão colocados em ordem cronológica, dá para se ver nitidamente sua evolução artística.  E não só ele era um mestre em sua habilidade como desenhista, mas também um virtuoso em suas composições mostrando uma capacidade de criar arranjos de grande complexidade e sutileza artística. Deu para entender?</p>
<p>Bronzino foi um dos artistas mais importantes do século 16, e uma figura principal entre pintores do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maneirismo" target="_blank">Maneirismo</a> em Florença. Foi pintor, desenhista, professor, e poeta e ficou famoso como artista do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cosimo_I_de'_Medici,_Grand_Duke_of_Tuscany" target="_blank">Duque Cosimo I de&#8217; Medici</a> e sua esposa, a Duquesa Eleonora di Toledo – tudo isso muito bem explicado através da exposição.  </p>
<p><a href="http://www.metmuseum.org/Special/se_event.asp?OccurrenceId=%7B1DD7D106-7608-4F3D-A077-9DC146F5D614%7D" target="_blank"><em>The Drawings of Bronzino</em> </a> (Os desenhos de Bronzino) até dia 18 de abril no <a href="http://www.met.org" target="_blank">Metropolitan Museum of Art </a>(MET).</p>
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		<title>Tapeçaria no mundo de arte contemporâneo</title>
		<link>http://artearquiteturany.com/tapecaria-no-mundo-de-arte-contemporaneo</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 19:27:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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Christopher e Suzanne Sharp, o par responsável por essa exibição, contratou 15 artistas contemporâneos para trazer uma nova perspectiva nessa arte esquecida: a tapeçaria. E dentro desses 15 artistas muito famosos como Kara Walker, Fred Tomaselli e Peter Blake têm nossa brasileiríssima, Beatriz Milhares.
Sempre gostei muito de tapeçaria medieval e não estava muito animada quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=vWRH1MMKOe8"><img class="aligncenter size-large wp-image-1258" title="Demons, Yarns and Tales" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/02/Demons-Yarns-and-Tales1-580x351.jpg" alt="Demons, Yarns and Tales" width="580" height="351" /></a></p>
<p>Christopher e Suzanne Sharp, o par responsável por essa exibição, contratou 15 artistas contemporâneos para trazer uma nova perspectiva nessa arte esquecida: a tapeçaria. E dentro desses 15 artistas muito famosos como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kara_Walker" target="_blank">Kara Walker</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fred_Tomaselli" target="_blank">Fred Tomaselli </a>e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peter_Blake_(artist)" target="_blank">Peter Blake</a> têm nossa brasileiríssima, <a href="http://www.artnet.com/artist/11800/beatriz-milhazes.html" target="_blank">Beatriz Milhares</a>.</p>
<p>Sempre gostei muito de tapeçaria medieval e não estava muito animada quando fui ver essa mostra. Fui mais para dar uma olhada no trabalho de Beatriz e fiquei surpresa em como a tradução do trabalho artístico nessa forma ficou muito bonito.</p>
<p>A tapeçaria na idade medieval era um símbolo de prestígio e a realeza viajava ao redor do país com seus tapetes e os penduravam onde estivessem. Era também uma forma de aquecer os enormes salões geladíssimos no inverno.  </p>
<p>Christopher e Suzanne acharam artesões na China que estavam dispostos a dedicar seu tempo inteiramente nesse projeto, que levou mais de três anos para completar. Foram feitos todos a mão revelando a grande aptidão manual de seus artesões. Os temas são bastante variados – floral como o de Beatriz, ou o tema político característico do trabalho de Kara. (Se quiser saber mais sobre Kara dê uma olhada no meu blog de 08/10/09)</p>
<p>A exposição chamada <em>Demons, Yarns &amp; Tales: Tapestries by Contemporary Artists</em> (Demônios, Fios e Contos: Tapeçarias por Artistas Contemporâneos) está na <a href="http://www.jamescohan.com/" target="_blank">James Cohan Gallery</a> em Chelsea até dia 13 de fevereiro.</p>
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		<title>Robert</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 13:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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É o nome do novo restaurante no Museum of Arts and Design, que desde sua abertura em setembro de 2008 é centro de debates.(Dê uma olhada no blog do dia 18/08/2009 onde entro em mais detalhes sobre essa polêmica.)
Fui numa hora de almoço em plena quarta feira e achei o lugar muito chique com um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.robertatmad.com/" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1250  aligncenter" title="Robert no Museum of Arts and Design" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/01/Robert.JPG" alt="Robert no Museum of Arts and Design" width="191" height="179" /></p>
<p>É o nome do novo restaurante no <a href="http://www.madmuseum.org/" target="_blank">Museum of Arts and Design</a>, que desde sua abertura em setembro de 2008 é centro de debates.(Dê uma olhada no blog do dia 18/08/2009 onde entro em mais detalhes sobre essa polêmica.)</p>
<p>Fui numa hora de almoço em plena quarta feira e achei o lugar muito chique com um toque de sofisticação sem ser pomposo. Não me deixaram tirar fotos ou filmar o restaurante, mas você pode dar uma olhadinha no site para ter uma idéia do lugar &#8212; <a href="http://www.robertatmad.com/" target="_blank">Robert</a>.</p>
<p>O ponto culminante do restaurante são os móveis esculturais projetados por <a href="http://www.wolfsondesign.com/" target="_blank">Philip Michael Wolfson</a>. O mobiliário projetado para o restaurante inclui uma variedade de tamanho de mesas e de cadeiras que dão o toque especial revelando a influência de Zaha Hadid, para quem Philip Wolfson trabalhou por muitos anos.</p>
<p>Revestido em alumínio de pó, o acabamento espelhado de várias cadeiras reflete o néon cor-de-rosa dos retângulos de acrílico e metal pendurados do teto acima &#8211;uma instalação projetada por Johanna Grawunder criando uma ilusão ótica das formas brilhantes flutuando na superfícies embaixo.</p>
<p>Tem outra: o restaurante está no 9º. andar do museu e tem uma vista esplêndida do <a href="http://www.centralparknyc.org/site/PageServer" target="_blank">Central Park</a> e do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Columbus_Circle" target="_blank">Columbus Circle</a>.</p>
<p>E é claro&#8230; o mais importante &#8212; a comida! Se você for vegetariano como eu, então vá para admirar a decoração e a vista, pois os não-carnívoros não têem muita opção.</p>
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		<title>Música no Frick</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 07:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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O Frick Collection, na 5ª. avenida na frente do Central Park é um de meus museus favoritos. Interessante que ainda não te contei nada sobre esse preferido. As fotos acima – o pátio interno e a fachada de entrada.
O Frick foi a residência do magnata de aço Henry Argila Frick, e projetado por Thomas Hastings [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1225  aligncenter" title="Frick Collection" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/01/frick.jpg" alt="Frick Collection" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1236 aligncenter" title="Frick Collection" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/01/Frick-Collection1.gif" alt="Frick Collection" width="500" height="333" /></p>
<p>O <a href="http://www.frick.org/" target="_blank">Frick Collection</a>, na 5ª. avenida na frente do Central Park é um de meus museus favoritos. Interessante que ainda não te contei nada sobre esse preferido. As fotos acima – o pátio interno e a fachada de entrada.</p>
<p>O Frick foi a residência do magnata de aço Henry Argila Frick, e projetado por <a href="http://www.infoplease.com/ce6/people/A0822931.html" target="_blank">Thomas Hastings</a> (o mesmo arquiteto que fez a biblioteca de Nova York na rua 42) e construído entre 1913-1914. Após a morte da esposa de Henry Frick em 1931, a casa passou sob várias reformas feitas pelo arquiteto <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_Russell_Pope" target="_blank">John Russel Pope</a>. A mansão foi desenhada no estilo <a href="Beaux-Arts " target="_blank">Beaux-Arts </a>típico da época.</p>
<p>O Frick é um museu de arte pequeno, mas contém uma coleção de alta qualidade de pinturas e um mobiliário fenomenal. Os ambientes são usados como galerias dentro da mansão residencial anteriormente ocupada. As pinturas em muitas galerias ainda são organizadas de acordo com o projeto original de Henry Frick. Ainda dá para se sentir a presença dos antigos donos circulando pelas galerias.</p>
<p>O acervo que o Frick contém é fabuloso, e revela à grande sensibilidade de seu dono que comprou quase todas as peças em exibição.</p>
<p>O mais incrível desse museu é sua sala de música. Uma sala oval com excelente acústica e onde durante determinada época do ano, traz excelentes músicos do mundo inteiro. Domingo passado tive a oportunidade de ouvir o pianista russo, <a href="http://www.hayroudinoff.co.uk/" target="_blank">Rustem Hayroudinoff,</a> que atualmente dá aulas de piano na renomada <a href="http://www.ram.ac.uk/Pages/default.aspx" target="_blank">Royal Academy of Music </a>em Londres.</p>
<p>Os concertos desse ano estão marcados para os dias:</p>
<p>07 de fevereiro:<br />
<a href="http://www.frick.org/calendar/index.htm?trumbaEmbed=view%3Devent%26eventid%3D84719502">Florian Boesch<em><br />
</em>Roger Vignoles</a></p>
<p>21 de fevereiro:<br />
<a href="http://www.frick.org/calendar/index.htm?trumbaEmbed=view%3Devent%26eventid%3D84719556&amp;eventid=84719556">Tapestry</a></p>
<p>07 de março:<br />
<a href="http://www.frick.org/calendar/index.htm?trumbaEmbed=view%3Devent%26eventid%3D84719585">Jean-Guihen Queyras<em><br />
</em>Alexandre Tharaud</a></p>
<p>28 de março:<br />
<a href="http://www.frick.org/calendar/index.htm?trumbaEmbed=view%3Devent%26eventid%3D84719583">Voces Intimae</a></p>
<p>11 de abril:<br />
<a href="http://www.frick.org/calendar/index.htm?trumbaEmbed=view%3Devent%26eventid%3D84719798&amp;eventid=84710164&amp;eventid=84719159">Henschel Quartet</a></p>
<p>Todos os concertos começam às 17 horas e reservas com pelo menos duas semanas de antecedência é altamente recomendável.</p>
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		<title>Peter Peri na Bortolami</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 14:21:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Architecture]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Museu]]></category>
		<category><![CDATA[Bortolami]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Peri]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Estava visitando as galerias do Chelsea e tive que dar uma olhada no artista com o sobrenome de meu adorado cachorrinho de infância &#8212; Peri. Imagine só!
 O video está meio escuro e não dá para ver que a temática das telas é de um geométrico abstrato &#8212; sem dúvida se trata de um artista altamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=GoAPTPB_bjE"><img class="aligncenter size-large wp-image-1217" title="Peter Peri" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/01/Peter-Peri-580x347.jpg" alt="Peter Peri" width="580" height="347" /></a> </p>
<p>Estava visitando as galerias do Chelsea e tive que dar uma olhada no artista com o sobrenome de meu adorado cachorrinho de infância &#8212; Peri. Imagine só!</p>
<p> O video está meio escuro e não dá para ver que a temática das telas é de um geométrico abstrato &#8212; sem dúvida se trata de um artista altamente influenciado pelo modernismo. A escultura em aço da foto acima, é chamada <em>Knot Woman</em>, ou a Mulher em Nó. </p>
<p>Questiono essa arte inspirada em estilos passados. Qual é a intenção dessa expressão artística? De nos mostar que ele (<a href="http://artlog.com/events/7101-peter-peri" target="_blank">Peter Peri</a>) é capaz de reinterpretar o passado? Por outro lado, acredito de que a arte deva manifestar o momento atual onde vivemos. O que vcs acham?</p>
<p>Até dia 20 de fevereiro na <a href="http://www.bortolamigallery.com/Peri/2010/Peri2010main.html" target="_blank">Bortolami</a> em Chelsea.</p>
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		<title>Hélio Oiticica em NY</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 18:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Lygia Clark]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Pedrosa]]></category>
		<category><![CDATA[Parangolé]]></category>
		<category><![CDATA[Tropicália]]></category>

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Em tributo ao incêndio em outubro do ano passado no Rio que destruiu quase todo o acervo do artista plástico Hélio Oiticica (1937-1980), a galeria Lelong que é sua representante nos EUA, está com uma mostra de seus trabalhos entre 1954 e 1958. Período importante na carreira do artista.
Em 1953, Oiticica começou a estudar pintura com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=PKWz50PqNPA"><img class="aligncenter size-large wp-image-1212" title="Hélio Oiticica" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/01/Hélio-Oiticica-580x346.jpg" alt="Hélio Oiticica" width="580" height="346" /></a></p>
<p>Em tributo ao incêndio em outubro do ano passado no Rio que destruiu quase todo o acervo do artista plástico <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/H%C3%A9lio_Oiticica" target="_blank">Hélio Oiticica </a>(1937-1980), a galeria Lelong que é sua representante nos EUA, está com uma mostra de seus trabalhos entre 1954 e 1958. Período importante na carreira do artista.</p>
<p>Em 1953, Oiticica começou a estudar pintura com Ivan Serpa, após tomar contato com a obra de Paul Klee, Alexander Calder, Piet Mondrian e Pablo Picasso durante a segunda Bienal de Arte Moderna de São Paulo. Em 1954, entrou para o Grupo Frente e junto fez a sua primeira exposição no Museu de Arte Moderna. Nessa época, Oiticica começou a conviver com artistas e críticos, como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lygia_Clark" target="_blank">Lygia Clark,</a> Ferreira Gullar e Mário Pedrosa. Sua obra desse período, entre 1955 e 1957, são pinturas geométricas sob guache e cartão, que resultou em 27 trabalhos nessa técnica, intitulados <em>Secos</em>, que foram expostos no Rio de Janeiro, na Exposição Nacional de Arte Concreta.</p>
<p>Os desenhos na exposição são geométricos e pode-se inclusive sentir Hélio tentando abstrair a essência dos objetos no espaço desenhado. Acredito essa fase ter sido um acesso para suas instalações ambientais que viriam a seguir – <em>Parangolé</em> e a <em>Tropicália</em> que inspirou e deu nome ao movimento cultural brasileiro que revolucionou a música, o cinema, o design, a moda e as artes do país nos anos 70.  </p>
<p>Em setembro de 1971, logo após mudar-se para Nova York, Hélio declarou aos jornais cariocas:</p>
<p>“Se há gente interessada em minha obra anterior, melhor, mas não vou expô-la ou ficar repetindo <em>ad infinitum </em>as mesmas coisas; não estou aqui para fazer retrospectivas, como um artista acabado; estou no início de algo maior; quem não entender que se dane; procurem-se informar melhor e respeitar idéias e trabalho feito.”</p>
<p>E foi sempre assim com Hélio. Muito na dele, fez seu trabalho bem feito e deixou um legado incrível após uma morte precoce e cruel.</p>
<p><em>Hélio Oiticica: Drawings, 1954-58</em> irá até dia 6 de fevereiro na <a href="http://www.galerielelong.com/" target="_blank">Galerie Lelong</a>.</p>
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