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	<title>Arte e Arquitetura em NY &#187; Uncategorized</title>
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		<title>Mihrab no MET</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 13:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Meca]]></category>
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		<category><![CDATA[Metropolitan Museum of Art]]></category>
		<category><![CDATA[Mihrab]]></category>

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		<description><![CDATA[  Como a maioria da população paulistana, tenho descendência italiana por parte de meu pai. Pelo lado de minha mãe é uma mistura de brasileiros com árabes com uma boa pitada de índios! Esse lado árabe foi sempre mantido nas sombras durante minha infância e até hoje não tenho certeza se meu avô paterno veio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a rel="attachment wp-att-1702" href="http://artearquiteturany.com/mihrab-no-met/mihrab-2"><img class="aligncenter size-full wp-image-1702" title="mihrab" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2012/01/mihrab.jpg" alt="" width="419" height="562" /></a></p>
<p>Como a maioria da população paulistana, tenho descendência italiana por parte de meu pai. Pelo lado de minha mãe é uma mistura de brasileiros com árabes com uma boa pitada de índios! Esse lado árabe foi sempre mantido nas sombras durante minha infância e até hoje não tenho certeza se meu avô paterno veio da Síria, do Líbano ou de outro lugar no Oriente Médio. De qualquer forma, sinto uma atração muito forte a cultura do oriente médio – música, arte, arquitetura.</p>
<p>Para minha surpresa durante uma recente visita ao <a href="http://www.metmuseum.org" target="_blank">Metropolitan Museum of Art</a> (MET) vi uma coleção enorme que foi recentemente aberta de obras árabes intitulada: <em><a href="http://www.metmuseum.org/exhibitions/listings/2011/new-galleries-for-the-art-of-the-arab-lands-turkey-iran-central-asia-and-later-south-asia" target="_blank">New Galleries for the Art of the Arab Lands, Turkey, Iran, Central Asia, and Later South Asia</a> </em>(Novas Galerias para a Arte das Terras Árabes, Turquia, Irã, Ásia Central e Ásia do Sul).</p>
<p>Lindíssima essa exibição – vale à pena dar uma boa conferida nessa nova ala do museu. E uma das peças mais valiosa dessa exposição é um local sagrado onde preces são oferecidas, chamado <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mihrab" target="_blank">Mihrab</a></em>.</p>
<p>Uma breve explicação nessa construção:<em> </em><em>Mihrab</em> é um nicho ornamental na parede de uma mesquita, que marca a direção da Cidade Santa de Meca. É essencial que ela seja feito na direção da cidade sagrada de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meca" target="_blank">Meca</a>, onde Maomé teria recebido a revelação divina, e onde se encontra a Caaba, a construção sagrada do islamismo.</p>
<p><em>Mihrabs</em> variam em tamanho e cor, mas são geralmente em forma de portal e decorados com azulejos e caligrafia para fazê-lo sobressair. Além de marcar a direcão de Meca, o nicho apresenta uma estrutura em formato côncave o que ajuda a amplificar a voz durante a oração.  O <em>Mihrab </em>tradicional é um elemento comum da arquitetura mesquita islâmica em todo o mundo. Em geral essa parede é a mais decorada da mesquita.</p>
<p>Esse <em>Mihrab</em> do MET que veio do Irã foi construído entre 1354 e 1355 e feito dentro dos padrões tradicionais de um elaborado trabalho de mosaico em azulejos com inscrições em árabe.</p>
<p>E agora sobre a caligrafia usada no <em>Mihrab</em>: historicamente, as religiões no ocidente sempre usaram imagens figurativas para revelarem a essência de suas convicções. Dentro da religião mulçumana, esse aspecto figurativo era uma expressão de idolatria e, portanto foi eliminado sendo substituído pela caligrafia, para a transmissão de seus princípios religiosos.  </p>
<p>A caligrafia é um símbolo que representa integração, perfeição e poder. Através da beleza abstrata das linhas, a energia flui entre as letras e palavras.  A caligrafia arábica não é simplesmente uma forma de arte, mas abrange representações divinas levando o fiel a expressão sublime.</p>
<p> Essa exposição será permanente no museu.</p>
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		<title>Os pássaros de Xu Bing</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 15:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Morgan Library]]></category>
		<category><![CDATA[Xu Bing]]></category>

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		<description><![CDATA[Até dia 2 de outubro na Morgan Library.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=EZbUcxNbud8"><img class="aligncenter size-large wp-image-1685" title="Xu Bing" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2011/09/Xu-Bing-580x353.jpg" alt="" width="580" height="353" /></a></p>
<p>Até dia 2 de outubro na Morgan Library.</p>
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		<title>Madison Square Park Art</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 15:36:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Jaume Plensa]]></category>
		<category><![CDATA[Madison Square Park]]></category>

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		<description><![CDATA[O Madison Square Park é um de meus lugares favoritos na cidade.  Adoro passear no parque e dar uma sentadinha e ver o mundo passar. Existe um programa de arte e às vezes tem arte bem interessante por lá&#8230;ás vezes&#8230; Atualmente tem uma escultura do espanhol Jaume Plensa de 40 pés (12 metros) de mármore [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=M21mqrwfdnc"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1654" title="MadisonSquarePark" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2011/08/MadisonSquarePark-300x170.jpg" alt=" " width="300" height="170" /></a></p>
<p>O Madison Square Park é um de meus lugares favoritos na cidade.  Adoro passear no parque e dar uma sentadinha e ver o mundo passar.</p>
<p>Existe um programa de arte e às vezes tem arte bem interessante por lá&#8230;ás vezes&#8230;</p>
<p>Atualmente tem uma escultura do espanhol Jaume Plensa de 40 pés (12 metros) de mármore (isso é o que o site indica mas me parece que foi feita de fibra de vidro) chamada <em>Echo </em>que foi inspirada em sua vizinha de 14 anos onde mora em Barcelona. O nome também se refere a um episódio da mitologia grega no qual a ninfa Eco é forçada a repetir apenas os pensamentos dos outros sem ter autonomia própria em seus pensamentos.</p>
<p>E é essa exatamente a sensação que temos quando passamos pelo parque &#8212; uma silenciosa testemunha nos observando sem julgamentos, sem dualidade. Uma verdadeira experiência zen.</p>
<p>Até dia 14 de agosto.</p>
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		<title>Antony Caro no MET</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 22:43:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Architecture]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<category><![CDATA[Henry Moore]]></category>
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		<description><![CDATA[O escultor Britânico nascido em 1924 vem fazendo esculturas por mais de sessenta anos. Todos os objetos são feitos de aço e pintados em cores diferentes. São cinco peças com a mais recente feita em 2010 e a mais antiga em 1968. Ele foi aluno do famoso escultor inglês Henry Moore nos anos 1950. Caro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-1556 aligncenter" title="Caro" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2011/06/Caro-300x170.jpg" alt="Caro" width="363" height="227" /></p>
<p>O escultor Britânico nascido em 1924 vem fazendo esculturas por mais de sessenta anos.</p>
<p>Todos os objetos são feitos de aço e pintados em cores diferentes. São cinco peças com a mais recente feita em 2010 e a mais antiga em 1968. Ele foi aluno do famoso escultor inglês Henry Moore nos anos 1950. Caro é considerado um artista muito importante e já foi até nomeado cavaleiro pela rainha Elizabeth em 1987.  </p>
<p>O espaço para suas obras, o telhado do Metropolitan Museum, é um lugar maravilhoso com uma vista estupenda da cidade o que ajuda muito na exibição dessas peças desprovidas de qualquer espírito artístico mais profundo do que a manipulação de formas geométricas.</p>
<p>Até dia 30 de outubro.</p>
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		<title>MAC Niterói &#8211; não é NY..mas é Niemeyer!</title>
		<link>http://artearquiteturany.com/mac-niteroi-nao-e-ny-mas-e-niemeyer</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 01:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Como é fácil explicar este projeto! Lembro quando fui ver o local. O mar, as montanhas do Rio, uma paisagem magnífica que eu devia preservar. E subi com o edifício, adotando a forma circular que, a meu ver, o espaço requeria. O estudo estava pronto, e uma rampa levando os visitantes ao museu completou o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ISSJKs3YGto"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1544" title="MACNiterói" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2011/06/MACNiterói2-300x182.jpg" alt="MACNiterói" width="300" height="182" /></a></em></p>
<p><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=cwf2FOux-LE"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1545" title="MAC noite" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2011/06/MAC-noite3-300x181.jpg" alt="MAC noite" width="300" height="181" /></a></em></p>
<p><em>Como é fácil explicar este projeto!<br />
Lembro quando fui ver o local. O mar, as montanhas do Rio, uma paisagem magnífica que eu devia preservar.<br />
E subi com o edifício, adotando a forma circular que, a meu ver, o espaço requeria.<br />
O estudo estava pronto, e uma rampa levando os visitantes ao museu completou o meu projeto.   </em>Oscar Niemeyer<a href="http://www.macniteroi.com.br/index.php?op=omac&amp;mac_op=explic"></a></p>
<p>Não sei se vocês acreditam em reencarnação – eu estou convencida a respeito! E sei também de uma coisa&#8230; na minha próxima vida quero vir como o Niemeyer. Que carreira maravilhosa esse homem traçou e ainda está traçando. Projetou uma cidade e construiu obras lindas fazendo uma contribuição fantástica ao mundo! É claro que sua arquitetura igualmente gerou uma série de problemas, mas essa parte fica para outro blog.</p>
<p>Tive a oportunidade de visitar o Museu de Arte Moderna (MAC) em Niterói há uns meses atrás e visitei essa obra vária vezes. Senti-me como Monet pintando seus palheiros (<em>haytacks</em>) durante horas diferentes do dia para observar a sutil variação de luz e sombra caindo sobre a estrutura.</p>
<p>E concluo que Niemeyer realmente projetou uma obra de arte com esse museu.  A estrutura utiliza o espaço onde está localizado com a abilidade de um grande mestre. Quase como todas as suas edificações, os detalhes deixam muito a desejar. Reconhecido como um aclamado modernista, Niemeyer não presta muito atenção a detalhes e seu trabalho tem um aspecto de inacabado, ou melhor, a realização de uma construção com mão de obra  não qualificada.</p>
<p>Mas a grandeza dessa obra de arquitetura não fica só na fachada. Niemeyer nos surpreende e nos encanta com a magnífica elaboração de seu espaço interior com vistas amplas da Baía da Guanabara e ainda permitindo a exposição das obras de arte o que é uma tarefa difícil de ser realizada nesse tipo de programa. Por essa razão a maioria dos museus é desprovida de aberturas nas paredes exteriores e arquitetos como Renzo Piano ou Norman Foster ficarão famosos por criarem soluções inovadoras para a penetração de luz natural na edificação através do teto.</p>
<p>Para os interessados na parte técnica do museu peguei essa informação do site:</p>
<p>Foram necessários cinco anos para erguer a estrutura de quatro pavimentos, com 300 operários se revezando em três turnos. Para tanto, foram retiradas 5.500 toneladas de material em escavações e consumidos 3.200.000 m³ de concreto, quantidade suficiente para levantar um prédio de 10 pavimentos. Com 16 metros de altura, o MAC nasce do chão numa base cilíndrica única de 9 metros de diâmetro que sustenta todo o prédio, ancorada numa sapata gigante de dois metros de altura. Um espelho d&#8217;água com 817 m² de superfície e 60 centímetros de profundidade, confere leveza à construção.</p>
<p>A grande rampa externa de concreto vermelho conduz o visitante através de 98 metros de curvas livres no espaço, às entradas dos pavimentos superiores.</p>
<p>Dados impressionantes (e de altíssimo custo) para essa estrutura e possível somente a arquitetos do calibre de Niemeyer. Se você está lendo esse blog você deve ser um amante de arte e arquitetura como eu e portanto me diga&#8230;.você também não gostaria de voltar na próxima vida como Oscar Niemeyer?</p>
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		<title>Sukkah City</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 21:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Architecture]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisando na wikipedia: Sucot (do hebraico ????? ou ??????? sukk?t, cabanas) é um festival judaico também conhecido como Festa dos Tabernáculos ou Festa das Cabanas ou, ainda, festa das colheitas visto que conincide com a estação das colheitas em Israel, no começo do Outono. É uma das três maiores festas, conhecidas como Shalosh Regalim, onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=rv6AQXN2hrU"><img class="aligncenter size-large wp-image-1498" title="sukkah" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/09/sukkah-580x354.jpg" alt="sukkah" width="580" height="354" /></a></p>
<p>Pesquisando na wikipedia: Sucot (do hebraico ????? ou ??????? sukk?t, cabanas) é um festival judaico também conhecido como Festa dos Tabernáculos ou Festa das Cabanas ou, ainda, festa das colheitas visto que conincide com a estação das colheitas em Israel, no começo do Outono. É uma das três maiores festas, conhecidas como Shalosh Regalim, onde o povo de <a title="Israel" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Israel">Israel</a> peregrinava para o Templo de Jerusalém.</p>
<p>O Sucot relembra os 40 anos de êxodo dos judeus no <a title="Deserto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deserto">deserto</a> após a sua saída do Egito. Nesse período o povo judeu não tinha terra própria, eram nômades e viviam em pequenas tendas ou cabanas frágeis e temporárias. Como forma de simbolizar este período, durante a celebração de Sucot, os judeus deixam as suas casas e se abrigam sob folhas e galhos ao ar livre, simbolizando a sucá.</p>
<p>A sucá deve ser erguida ao ar livre e deve ser constituída de palha ou folhagem, que possibilita ver-se o céu. Deve ter pelo menos 3 paredes as quais não devem estar pregadas ao teto. É uma estrutura efêmera erigida por uma semana, onde é habitual compartilhar refeições.</p>
<p>A função religiosa da sucá é homenagear as estruturas temporárias usadas durante o êxodo de Egito. É também uma abordagem sobre idéias universais de transitoriedade e permanência expressados em arquitetura. A sucá é uma forma de entender a falta de moradia, enquanto que ao mesmo tempo permanecendo profundamente enraizado na tradição. Chama-nos para reconhecer o passar das estações, religar com um passado agrícola, e para lembrarmos o caráter temporal e impermanente da vida.</p>
<p>Sukkah City é uma competição internacional com a intenção de re-imaginar ou re-inventar uma forma antiga. Os esquemas ganhadores e muitas das entradas desenvolvem novos métodos de prática de material e propõe possibilidades radicais para limitações tradicionais de projeto na vida urbana contemporânea.</p>
<p>Foram 624 submissões de 43 países, e doze finalistas foram selecionados. Por dois dias, essas estruturas foram construídas insinuando uma pequena aldeia no Union Square.  </p>
<p>Como sempre umas construções melhores do que outras&#8230; e novamente como sempre, algumas sucás com aparência muito melhor no papel do que na realidade. Hoje em dia somos “vendidos” pela aparência glamorosa dos belíssimos desenhos computadorizados nos esquecendo de que na vida real essa aparência glamorosa toma um contexto muito diferente.</p>
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		<title>Matisse</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 15:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Architecture]]></category>
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		<category><![CDATA[Henri Matisse]]></category>
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		<category><![CDATA[MoMA]]></category>

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		<description><![CDATA[Nessa época do ano Nova York como sempre fica cheiíssima – milhares de turistas por toda parte! Então você pode imaginar como está esta cidade &#8211; não existe um lugar que se possa ir sem se estar rodeado de mil e uma pessoas.  Imagine então como ficam os museus&#8230; abarrotadíssimos.Não sei se o povo está realmente interessado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1494" title="Matisse" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2010/07/Matisse1.JPG" alt="Matisse" width="280" height="485" /></p>
<p>Nessa época do ano Nova York como sempre fica cheiíssima – milhares de turistas por toda parte! Então você pode imaginar como está esta cidade &#8211; não existe um lugar que se possa ir sem se estar rodeado de mil e uma pessoas. </p>
<p>Imagine então como ficam os museus&#8230; abarrotadíssimos.Não sei se o povo está realmente interessado em arte ou fugindo do calor abafado que tem feito aqui. Em todo caso,  com a fama da exposição do Matisse no <a href="http://moma.org" target="_blank">MoMA</a> esse bem localizado centro de arte está atingindo ibope na venda de ingressos.</p>
<p>Todos os críticos de arte (sem exceção) estão babando quando descrevem essa exposição. Na realidade Matisse teve várias facetas – qual delas é sua preferida? O Matisse das paisagens coloridíssimas da fase dos fauvistas, ou o Matisse das obeliscas? Ou o Matisse das cenas de interiores suntuosos banhados em raios de sol feitos em Nice? No meu caso, eu prefiro as magníficas colagens sensuais produzidas no final de sua vida.</p>
<p>A exposição, <em>Matisse: Radical Invention: 1913-1917</em>, no Museu de Arte Moderna (MoMA) oferece uma visão compreensiva do artista de 1913 a 1917 período da 1ª. guerra mundial e daí talvez a razão do uso de tonalidades mais cinzentas em suas telas. Mesmo os mais informais amantes de arte se apaixonam com as pinturas de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Henri_Matisse" target="_blank">Henri Matisse </a>(1869–1954) expostas nas salas do museu.  A nova exposição cobre os anos entre o retorno do Matisse de Marrocos a Paris em 1913 até sua partida em 1917. A exposição figura quase 110 dos trabalhos do Matisse, incluindo pinturas, esculturas, impressões e desenhos.</p>
<p>A metodologia de trabalho de Matisse me pareceu o foco dessa exibição.  Sua peça-chave é <em>Bathers by a River</em>, que Matisse trabalhou de 1909 a 1916, mostrando quatro figuras abstratas — três de pé e uma sentada. Com avançada tecnologia, os curadores mostram em detalhes o processo evolutivo da tela em uma apresentação de vídeo.  Igualmente sua série de esculturas que foi feita no período de 21 anos – <em>Back (I) </em>até<em> Back (IV)</em> – também são estudadas em minúcia e mostradas em vídeo. Usando uma variedade de novas tecnologias para investigar debaixo da superfície da arte do Matisse, os curadores demonstram como o artista constantemente reelaborava e revisava as suas idéias, raspando, arranhando e repintando as suas telas, adicionando e ou subtraindo de suas esculturas.</p>
<p>É quase impossível de reconhecer de que sua arte, tão amada agora, uma vez foi considerada pelos críticos uma afronta aos padrões respeitáveis da época. A exposição em MoMA traz o Matisse experimental e de vanguarda de volta lhe dando uma perspectiva mais adequada.   </p>
<p>A mostra se encerrará dia 11 de outubro.</p>
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		<title>Lynda Benglis: a artista feminista</title>
		<link>http://artearquiteturany.com/1190</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 07:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lynda Benglis entrou no cenário artístico de Nova York no final dos anos sessenta e fez fama derramando látex em telas no chão. O principal tema de seu trabalho é a exploração da sexualidade feminina. Essencialmente, Lynda é uma feminista. Mas sua ascensão a fama realmente aconteceu quando em 1974 ela soube que iria ter uma revisão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=vXpQFa0N7og"><img class="aligncenter size-large wp-image-1189" title="Lynda Benglis " src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2009/12/Lynda-Benglis-580x346.jpg" alt="Lynda Benglis " width="580" height="346" /></a></p>
<p><a href="http://www.cheimread.com/exhibitions/2009-11-19_lynda-benglis/" target="_blank">Lynda Benglis</a> entrou no cenário artístico de Nova York no final dos anos sessenta e fez fama derramando látex em telas no chão. O principal tema de seu trabalho é a exploração da sexualidade feminina. Essencialmente, Lynda é uma feminista.</p>
<p>Mas sua ascensão a fama realmente aconteceu quando em 1974 ela soube que iria ter uma revisão de seu trabalho na revista Artforum. Daí ela comprou um anúncio de duas páginas que na época custou aproximadamente $3.000. Nessas páginas ela se colocou nu com exceção de óculos escuros, segurando um dildo enorme (pênis de plástico) entre as pernas. Ela revolucionou o mundo da arte com aquela foto. Foi uma maneira dela rebelar contra o mundo da arte machista que oferece poucas possibilidades para as mulheres. Os críticos de arte ficaram horrorizados com a publicação da foto. A célebre crítica de arte Rosalind Krauss comentou da divulgação da foto: “Um objeto de grosseria extrema &#8211; não o primeiro na história da revista, mas representa um salto qualitativo nesse gênero, brutalizando nossos leitores.”</p>
<p>Assim até hoje, o nome de Lynda Benglis ficou intensamente ligado a esse fato. No entanto, nada disso aparece nessa mostra, mas como dizemos&#8230; fez fama, deitou na cama. Atualmente, Lynda faz um trabalho muito mais conservador e não senti a preocupação dela estar procurando uma voz liberadora em suas esculturas como fez no passado.   </p>
<p>Até dia 2 de janeiro de 2010 na <a href="http://www.cheimread.com/contact/" target="_blank">Cheim and Read</a> em Chelsea.</p>
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<p> </p>
<p><a href="http://www.cheimread.com/contact/" target="_blank"></a></p>
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		<title>Rose Center:uma viagem ao mundo das estrelas</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 17:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Architecture]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[American Museum of Natural History]]></category>
		<category><![CDATA[cenotáfio]]></category>
		<category><![CDATA[Étienne-Louis Boullée]]></category>
		<category><![CDATA[James Polshek]]></category>
		<category><![CDATA[Rose Center for Earth and Space]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você estiver interessada (o) em assuntos de espaço e Big Bang e coisa e tal, então você tem que ir ao Rose Center for Earth and Space. O Rose Center está ligado ao American Museum of Natural History, que têem em seu excelente acervo uma coleção de animais pré-históricos – ótima pedida para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1036" title="American Museum of Natural History" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2009/08/American-Museum-of-Natural-History.jpg" alt="American Museum of Natural History" width="500" height="375" /></p>
<p>Se você estiver interessada (o) em assuntos de espaço e <em>Big Bang</em> e coisa e tal, então você tem que ir ao <a href="http://www.amnh.org/rose/">Rose Center for Earth and Space.</a> O Rose Center está ligado ao <a href="http://www.amnh.org/" target="_blank">American Museum of Natural History</a>, que têem em seu excelente acervo uma coleção de animais pré-históricos – ótima pedida para a criançada.</p>
<p>Mas mesmo se você estiver<em> sans</em>-filhote tem muita coisa para se ver no Rose Center especialmente se você for como eu e ficar fascinado por esse mundo das estrelas. Tem um filme no planetário chamado <em>Journey to the Stars</em> (Jornada das Estrelas), que conta a história da formação do planeta desde of começo &#8211;muito legal! E toda primeira sexta feira do mês tem festa regada a DJ sob um céu de estrelas e planetas  &#8212; simplesmente magnífico.</p>
<p>O Rose Center foi inaugurado em 2000 e é projeto da firma de arquitetura <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/James_Polshek" target="_blank">James Polshek</a>. O museu ficou famoso por seu icônico cubo de vidro que foi colocado para encapsular o enorme planetário de 27 metros de diâmetro chamado  <a href="http://www.haydenplanetarium.org/index.php" target="_blank">Hayden Planetarium</a>.  De  noite com sua iluminação o <em>Center</em> fica parecendo mesmo <em>d&#8217;otro</em> mundo!</p>
<p>Logo após sua abertura o projeto foi muitas vezes criticado, pois parece uma cópia do famoso <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cenot%C3%A1fio" target="_blank">cenotáfio</a> do arquiteto <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/%C3%89tienne-Louis_Boull%C3%A9e" target="_blank">Francês Étienne-Louis Boullée</a> com seu monumento a Isaac Newton chamado <em>Cénotaph a Newton </em>( 1784).</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=jC0fBW1GmDA"><img class="aligncenter size-large wp-image-1038" title="Rose Center for Earth and Space" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2009/10/Rose-Center1-580x348.jpg" alt="Rose Center for Earth and Space" width="502" height="337" /></a></p>
<p>A rampa que foi filmada no <em>youtube</em> é a trajetória que mostra os marcos históricos do universo começando pelo <em>Big Bang </em>até hoje.</p>
<p>Uma visita ao Rose Center não é só extremamente informativa, mas também um divertimento para um dia de chuva, ou sol.</p>
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		<title>MOCA: celebrando a presença chinesa na América</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 16:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vera Angelico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Architecture]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Chinatown]]></category>
		<category><![CDATA[Maya Lin]]></category>
		<category><![CDATA[MOCA]]></category>
		<category><![CDATA[Museum of Chinese in America]]></category>
		<category><![CDATA[Soho]]></category>

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		<description><![CDATA[Um espaço para celebrar a influência chinesa em Nova York acabou de abrir entre Chinatown e Soho &#8212; MOCA- Museum of Chinese in America. Um museu não muito grande onde havia uma antiga fábrica de maquinários e renovado por minha arquiteta favorita: Maya Lin. No espaço principal de exibição, a arquiteta, deixou as paredes com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=uh6RzIRIQMY"><img class="aligncenter size-large wp-image-1026" title="MOCA Museum of Chinese in America" src="http://artearquiteturany.com/wp-content/uploads/2009/10/Moca-580x350.jpg" alt="MOCA Museum of Chinese in America" width="580" height="350" /></a></p>
<p>Um espaço para celebrar a influência chinesa em Nova York acabou de abrir entre <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chinatown,_Manhattan" target="_blank">Chinatown</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/SoHo" target="_blank">Soho</a> &#8212; <a href="http://www.mocanyc.org/" target="_blank">MOCA- Museum of Chinese in America</a>. Um museu não muito grande onde havia uma antiga fábrica de maquinários e renovado por minha arquiteta favorita: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Maya_Lin" target="_blank">Maya Lin</a>.</p>
<p>No espaço principal de exibição, a arquiteta, deixou as paredes com o tijolo existente exposto o que deu um charme ao lugar.  Daí ela criou um pátio central, em lembrança as tradicionais casas chinesas, e colocou uma escada para ligar o andar de baixo onde ficam os escritórios e salas de aulas.</p>
<p>Visualmente, Maya, conectou os vários espaços com aberturas que funcionam também como telas para projeção de fotos contando a história dos imigrantes. As salas são em geral pequenas e o museu tem um ar aconchegante – estranho usar essa palavra para um museu, mas é a verdade.  </p>
<p>A frente do museu dá para Centre Street e os fundos dá para a Lafayette Street e ambas as fachadas são simples e muito bem concebidas. E a entrada é de graça se você for na 5ª. feira.</p>
<p>Durante minha visita, aprendi alguns fatos interessantes sobre a imigração chinesa aos EUA, em particular como sofreram com o racismo. Comecei a pensar que talvez fosse interessante ter um centro para apresentar aos americanos às artes visuais do Brasil. Que tal um “Centro de Cultura” para as artes visuais brasileiras? Temos tanta gente criativa em nosso país, não?</p>
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